Renata (a Renascida) se encontra nos limiares da razão e da loucura e, na encenação, entra num processo de introspecção, levantando questionamentos íntimos que a levam além de seus móveis, objetos, seguros e notas fiscais. Desta maneira, toda concepção dos elementos do espetáculo (cenário, figurino, iluminação e trilha) apresentam uma “economia essencial” que pretende questionar/dialogar sobre “O SENTIDO E FINALIDADE DA VIDA”.
0 Responses so far.
Postar um comentário